terça-feira, novembro 03, 2009

Reciclando a sacolinha. Quem se habilita?

Há anos venho desenvolvendo este projeto, em busca de um parceiro para distribuí-lo nacionalmente. Quem se habilita?

sexta-feira, outubro 09, 2009

Mais psicologia


Nem eu nem meu chapeuzinho listrado entendemos bem deste negócio. Acho melhor chamar um psicólogo: - Dna Vera, esse menino da senhora é Autista?

Dna Cristina ainda: - Ele tabaia na televisão, é autista num é?

Mas é só isso que falta nesta casa: Psicologia!

quinta-feira, setembro 10, 2009


Hei hei. Este ou outros prints exclusivos v pode encomendar por aqui.

terça-feira, março 03, 2009

Ao Giba Assis Brasil

Caro Giba,
Quando vi pela primeira vez o "Ilha das Flores" trabalhava como estagiário aqui em Bh com uma moviola. O Marcos Cotta, que me iniciou na "Steenbeck" de mesa na extinta MinasFilme poderia ter se tornado um bom montador se não tivesse morrido de raiva, coitado.
Mas naquela maquininha conheci grande parte do acervo de cine jornais mineiros - bem como do acerdo do Higino Bonfioli um dos primeiros cinegrafistas da nova Capital.
Minha tarefa (acho que em 1989) era relacionar o conteúdo das imagens com os números de borda de copiões e das sobras. Depois, sentava em um computador novíssimo, o CP 500da Prológica (kkk) para catalogar o acervo da produtora.
Às vezes, quando o raivoso Cotta estava doidão, eu cortava e colava pontas e sobras que encontrava em latas, como no clássico "Cinema Paradiso".
Mais tarde, ao ver o Jorge Furtado (Barbosa, 1988) montar aquela cena de arquivo dos balões no Maracanã com a que ele filmou, pensei: poxa, o que podemos fazer com cenas de arquivo e uma boa moviola...
O arquivo da MinasFilme/HiginoBonfioli foram para o CRAV, mas e "Steenbeck" da viúva, que fim levou?

Abraço do Markim

Publicado em http://www.casacinepoa.com.br/#00 18/02/2009 16:46:05
http://www.casacinepoa.com.br/#00
http://www.youtube.com/watch?v=wEFugVbzsSo

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Uma dramática Ópera Rock

Pois é, foi assim que descrevi a aventura daquela noite. Uma ópera rock com um tanto de lágrimas. Confesso que desconheço os musicais da Broadway e sinto certo desconforto em usar este termo – ópera rock para isto que vivenciei...
Cantava como nunca, carregando no colo a pequena e notável protagonista. Ela chorava como chorou durante boa parte do show. Ou seria um filme? Os cenários eram de ópera: camarins e coxias abrigados por fachadas sofisticadas e belissimamente iluminadas. Passagem imediata para a rua com seus cambistas, flanelinhas e vendedores ambulantes. Mas esta cena de rua foi o fim com letreiros, palmas ou campainhas, não me lembro direito, pois a emoção era grande e precisava retribuir tudo à pequena.
Comecei fazendo testes para figuração em um pequeno projeto. Como estou envolvido com produção audiovisual, conheço um bocado de gente, fui me aproximando dos autores e quando assustei, estava sendo cotado para contracenar com a pequena, protagonista. Era um papel pequeno e curto, mas a situação era emocionante: estar no staff principal com todo aquele glamour e toda loucura possível.
Quando houve intervenção dos produtores principais tirando o meu nome do short list, já haviam semanas de ensaios, figurino impecável e tudo mais que tinha direito. Mas não me abalei. Já circulava pelo palco – ou seria um set? – com pompas de coadjuvante, inclusive sendo consultado e opinando sobre quase tudo.

Sugeri que bastidores, coxia, camarins, locação/teatro e rua fosse parte do espetáculo. Tudo bem iluminado e direção de arte detalhada para que um simples eletricista ou assistente de moda tivesse sua aparição aproveitada. Sofisticados truques de cenografia, equipamentos de iluminação com movimentos, potência de luz e escala cromática todos computadorizados. Sentia que era o melhor da produção local.
A estréia ocorreu com a euforia de praxe. Sucesso de público, congestionamento na porta, movimento de muita gente, vendedores ambulantes, flash a todo instante e grande burburinho. Minha cena não merece comentário, mas tudo terminado me perdi na confusão. Fui por engano ao camarim norte e precisei caminhar até o camarim sul passando por todo cenário.
Encontrei a pequena ainda chorando. Ela estava ajoelhada como se rezasse. Peguei-a pelo colo e, como uma oferta aos mortos e aos ícones, glorificados no espetáculo, fiz minha oferenda usando toda potência da minha voz para Francisco. Não engasguei um minuto, apesar das lágrimas correrem com facilidade. Era como se estivesse em cena e a pequena percebia que ainda não havia terminado. Aquele momento sim era o ápice.
Com ela ainda no colo, caminhei por todo tablado, saí pela porta de emergência, ganhei a rua, passando por muitas luzes e pessoas. Sumimos no meio dos carros e buzinas.

segunda-feira, janeiro 05, 2009

Cenários de Capitu

O mais cria_ativo direto(r) de tv brasileiro, luis fernando carvalho, nos presenteou nestes últimos de dois mil e oito, seu maravilhoso CAPITU. É impressionante como consegue transformar o que chamamos de cabeças falantes - conceito do Jorge Furtado para a tv - em beleza ou cabeças pensantes, nossas e as deles, todos da equipe, que é genial e incomum. A Globo é melhor porque exibe a eles ou eles são melhores porque estão na globo?



CENÁRIOS DE CAPITU é meu país e meu nome neste ano é Michel Melamed.
Desfrutem com prazer.